Foto: Elvis Palma/Agora Laguna
 

Previsto para acontecer no último domingo de abril, dia 28, o terceiro passeio de trem rumo à Laguna, organizado pelo Museu Ferroviário de Tubarão, promete reviver o tempo em que, além de cargas, passageiros eram transportados pelos trens da atual Ferrovia Tereza Cristina. As duas primeiras viagens contaram com quase 500 passageiros.

O percurso de 70 km é iniciado no museu em Tubarão às 8h30 e segue até a plataforma da antiga estação ferroviária em Barbacena, no interior de Laguna. Após o reabastecimento da maria-fumaça, o trem retorna à cidade azul por volta das 10h30. “O passeio entre Tubarão e Laguna é um dos passeios mais pedidos. É onde os turistas vislumbram paisagens, pontes, sítios, e um ângulo diferente da ponte Anita Garibaldi”, diz Jefferson Vitorino, voluntário do museu. (Veja no fim da matéria, um registro da passagem da locomotiva)

A duração do passeio é estimada em cerca de 3h45, e custa R$ 60,00 por pessoa, sendo que crianças de até cinco anos, viajando no colo, não pagam. As passagens podem ser adquiridas no museu ferroviário no bairro Oficinas, em Tubarão, ou reservadas via depósito bancário. A viagem é sem desembarque.

Outras viagens devem acontecer ao longo de 2019, conforme planejamento dos organizadores. “O museu ferroviário já tem outros passeios agendados durante o ano, para Urussanga, Imbituba e alguns para Laguna”, conclui Vitorino.

Serviço

O quê: Passeio turístico de maria-fumaça

Quando: 28 de abril de 2019, às 8h30

Percurso: Parte do museu ferroviária em Tubarão (embarque às 8h) às 8h30 até Barbacena. Retorno para a cidade azul às 10h30. Duração estimada em cerca de 3h45, trajeto de 70 km. Parada para reabastecimento prevista para acontecer em 30 minutos.

Informações: (48) 3632-3450 (museu)

Passagens: Diretamente no museu ferroviário, localizado na avenida Expedicionário Pedro Zapelini, Oficinas, em Tubarão; ou reservando via depósito bancário pelo telefone (48) 9 9938-3684 (Jefferson)

Preço: 60 reais por pessoa; crianças viajando no colo até cinco anos não pagam.