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Em 2018, sete acusados por homicídio com envolvimento em facção criminosa foram julgados e condenados na Comarca de Laguna, recebendo penas que variaram entre 6 a 37 anos de reclusão.

Nesta segunda-feira, 03, dois integrantes de facção criminosa foram julgados e condenados por homicídio triplamente qualificado e organização criminosa na Comarca de Laguna. Com este julgamento, foram sete os faccionados julgados e condenados neste ano pelo Tribunal do Júri em Laguna, com penas aplicadas que variaram de 6 anos a 37 anos de reclusão.

Os dois réus julgados nesta semana foram Luan Lamarca de Lima e Yuri Freitas Delfino, condenados, respectivamente, a 14 anos e 10 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado de Daiany Cardoso Maurício, mais 4 anos e 1 mês de reclusão para cada um por integrarem organização criminosa, sendo todas as penas em regime inicial fechado.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público sustentou que os dois acusados e mais Romário Pereira da Silva – denunciado pelo mesmo crime em outra ação – foram os responsáveis pelo assassinato da vítima, motivado pela suspeita de que Daiany faria parte da facção criminosa rival.

Para consumar o crime, Luan convocou a vítima para uma reunião na qual deveria explicar à qual facção servia. No entanto, a decisão já estava tomada. No encontro, a vítima foi brutalmente arrastada e morta com vários disparos de arma de fogo.

Conforme sustentado pela 1ª Promotoria de Justiça de Laguna, o Conselho de Sentença considerou os réus culpados por homicídio triplamente qualificado – por ter sido praticado por motivo torpe, com uso de meio cruel e mediante dissimulação – e pelo crime de organização criminosa. A decisão é passível de recurso.

Colaboração: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC.